Tão típico como ir ver a Torre de Pizza e tirar uma foto destas:
É ter um Blogue e escrever a mensagem de "Já passou um mês e não sei quantas mensagens". Por isso não o vou fazer!
Apesar de fazer hoje precisamente um mês que para cá vim, e que estou longe de tudo, e daquilo que me é mais importante. Um mês de saudades e novas aventuras, sensações e emoções.
Bom, eu hoje estou mesmo cansado.
Ontem e hoje foram dias complicados. Amanhã prometo mensagem mais elaborada!
quarta-feira, 6 de maio de 2009
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Copinhos - disto e daquilo.
Caros colegas, é com muito orgulho que vos comunico, em primeira mão, que a partir deste fim de semana deixei de ser oficialmente um copinho de leite!
Antes.
Antes.Aqui o branquelas já era! Mas desenganem-se se julgam que venho para aqui apregoar de peito feito que já sou um copinho de leite com chocolate.
Seria muito presunçoso da minha parte, e um total desrespeito para os vários copinhos de leito com chocolate que por aí andam, e que muito batalharam para lá chegar... Não, eu ainda sou um copinho de leite com morango! E com muito orgulho!
O André também já o é. O Luís, esse sempre foi mais escuro, se bem que um escuro tipo ovo kinder, escuro por fora, mas de leite por dentro! Porque isto de copinho de leite é mais que uma cor de pele, é um estatuto. E o Bruno, bem, esse está mais copinho de lagosta (tal foi o escaldão).
Agora em jeito de confidência, almejo chegar a um copinho de café pingado. Sei que será difícil, mas gosto de desafios, e sou ambicioso.
Mas não inconsciente, nunca me verão afirmar que vou chegar a um copinho de café puro, ou a um café expresso... Não isso nunca. Há que ter os pés assentes na terra.





Seria muito presunçoso da minha parte, e um total desrespeito para os vários copinhos de leito com chocolate que por aí andam, e que muito batalharam para lá chegar... Não, eu ainda sou um copinho de leite com morango! E com muito orgulho!
O André também já o é. O Luís, esse sempre foi mais escuro, se bem que um escuro tipo ovo kinder, escuro por fora, mas de leite por dentro! Porque isto de copinho de leite é mais que uma cor de pele, é um estatuto. E o Bruno, bem, esse está mais copinho de lagosta (tal foi o escaldão).
Agora em jeito de confidência, almejo chegar a um copinho de café pingado. Sei que será difícil, mas gosto de desafios, e sou ambicioso.
Mas não inconsciente, nunca me verão afirmar que vou chegar a um copinho de café puro, ou a um café expresso... Não isso nunca. Há que ter os pés assentes na terra.





Dar a mão à palmatória!
Bom, eu já falei aqui do trânsito e do total desrespeito pelas regras (?) e falta de civismo ao volante que por aqui impera. Mas não tinha falado sobre os condutores de motas.
Eu ia comentar que estes vão para além do desrespeito, vão mesmo para além da inconsciência. Ia dizer que não sei como é que não morrem mais destes jovens no dia a dia. Ia dizer que para eles não existem stops, semáforo vermelho é igual ao verde e é sempre em frente. Ia dizer que andam estupidamente em contra-mão (!) por entre os carros, para fugir ao trânsito. Que nunca usam capacete (que não era obrigatório no anterior código, mas neste não sei se já o é). Que fazem manobras das mais incríveis que existem. Tal como num blogue deste género tão bem os descreveram, são, ou pensam (às vezes duvido), ser os "Imortais".
Digo eu que ia dizer, porque depois do que vi na sexta-feira, tenho de dar a mão à palmatória, e reconhecer que tirei um juízo precipitado. Eles até cumprem o código.
Como mandam as regras, eles até atravessam a rua na passadeira... para peões? não,eles nem as usam, os peões preferem atravessar na estrada mesmo... aqui as passadeiras são para os motociclos aparentemente.
Eu ia comentar que estes vão para além do desrespeito, vão mesmo para além da inconsciência. Ia dizer que não sei como é que não morrem mais destes jovens no dia a dia. Ia dizer que para eles não existem stops, semáforo vermelho é igual ao verde e é sempre em frente. Ia dizer que andam estupidamente em contra-mão (!) por entre os carros, para fugir ao trânsito. Que nunca usam capacete (que não era obrigatório no anterior código, mas neste não sei se já o é). Que fazem manobras das mais incríveis que existem. Tal como num blogue deste género tão bem os descreveram, são, ou pensam (às vezes duvido), ser os "Imortais".
Digo eu que ia dizer, porque depois do que vi na sexta-feira, tenho de dar a mão à palmatória, e reconhecer que tirei um juízo precipitado. Eles até cumprem o código.
Como mandam as regras, eles até atravessam a rua na passadeira... para peões? não,eles nem as usam, os peões preferem atravessar na estrada mesmo... aqui as passadeiras são para os motociclos aparentemente.
quinta-feira, 30 de abril de 2009
And I think to myself, what a wonderfull world!
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Desabafos de um pula.
***************************AVISO****************************
Comunica-se aos demais que a mensagem que se seguem não contém qualquer imagens, apenas texto. Avisam-se as pessoas mais sensíveis a muitas letras juntas que poderão sentir efeitos secundários adversos, desde sonolência a tonturas. O MBA em Angola não assume qualquer responsabilidade por eventuais danos causados.
Comunica-se aos demais que a mensagem que se seguem não contém qualquer imagens, apenas texto. Avisam-se as pessoas mais sensíveis a muitas letras juntas que poderão sentir efeitos secundários adversos, desde sonolência a tonturas. O MBA em Angola não assume qualquer responsabilidade por eventuais danos causados.
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Isso de tentar comunicar com gente que não fala a mesma "língua" que nós é muito stressante. Mesmo muito stressante. É preferível acabar por desistir do que dar em doido.
É lidar com jordanos, coreanos, malianos, angolanos e gajos que não dá para perceber de onde são. Ou sou eu que não me sei explicar, ou sei lá. Mas isso de andar dois dias a tentar explicar algo, que já tinha percebido onde estava o problema ao fim de 5 minutos a olhar para os desenhos, e convocarem-me 3 vezes para fazer visitas de 2 ou 3 horas cada à obra, e para ver sempre a mesma coisa que já tinha explicado nos desenhos, não vai com nada.
Por outro lado, tive ontem o meu primeiro, "acidente" (vá lá), de trânsito. Um pequeno toque, que o Sr. Garcia deu-me na porta, e que fez uns arranhões no lado direito do para-choques dele, e desencaixou-se um pouco.
Apesar de ele não ter seguro, eu assumi a culpa, e o seguro da empresa cobre os danos no carro dele
- Então, um gajo não chama a polícia (ele safa-se de multa do seguro em falta).
- Ele queixa-se que precisa do carro para trabalhar.
- Então dou a hipótese de resolver a situação sem ser pelo seguro, para não demorar semanas e o jovem não ficar sem carro.
- No dia a seguir vamos a um mecânico de rua no dia seguinte, que pede 100 dólares.
Óbvio que não quis dar os 100 dólares do meu bolso, que o mecânico pediu para arranjar um pára-choques que se desencaixou num lado (diz ele que é um dia de trabalho para desmontar o pára-choques). E dei ao Sr. Garcia duas alternativas à escolha:
Porta nº 1 - 30 dólares (negociáveis) porque ele consegue arranjar aquilo bem mais barato que as 100 dólares, sem grande qualidade é certo, mas a carrinha já está toda lixada. Só que fica com o carro para trabalhar e ir às aulas;
Porta nº 2- Meter no seguro, onde não pago um cêntimo pelo arranjo, e fica com o para-choques novo. Mas fica sem carro (porque aqui o seguro não dá carro);
E o que acontece? Ele agradece-me o facto de lhe dar uma alternativa ao seguro, e escolhe uma das portas, claro?
Pois é, sou acusado de "tentar enganar o preto", de tentar corrompê-los, de não ser racional, ser uma pessoa pouco culta, ser um pula com falinhas mansas, que hoje diz uma coisa amanhã diz outra. E no final ser ameaçado de partirem o pára-choques do meu carro.
E quando digo que o carro não é meu, mas da empresa, e partilho com o André e o Bruno, ainda ouve-se a indignação da moça: "Queres ver que que daqui a pouco ele vai dizer que não tem um carro para te dar enquanto o teu estiver a arranjar?!?"
É que é já a seguir! Até estava a pensar comprar-lhe um carro novo, porque o dele até já é velhinho. Pagar 100 dólares por danos morais. E depois ir à noite aconchegar-lhe os lençois (o beijinho ainda não decidi se dou).
Eu desisto de tentar perceber. Quem perde é ele. Vai o carro para o seguro e ele que fique semanas sem trabalhar, e sem receber! Vai sair-lhe mais caro do que se ele arranja-se o carro por ele...
Ah, e não estou a falar de gajos que andam por aí descalços (cada vez tenho mais respeito por eles, ao menos não têm a mania que são espertos), ou com habilitações literárias baixas... Todas as personagens que referi nas duas hitórias são engenheiros...
Será que sou racista?
Como diria certa personagem que por cá navega: "É axim, é a vida!"
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segunda-feira, 27 de abril de 2009
Fim-de-Semana
Sábado
Chegou o fim-de-semana, e uma indecisão terrível confrontava-nos!
Piscina ou praia? A dúvida! O dilema! A indefinição!
Urgia optarmos... Se a piscina estava ali mesmo ao lado a um minuto a pé, com água quentinha, sol, e sem trabalho nenhum para lá chegarmos, mas não tinha bar!
Por outro lado tínhamos a praia! Água quentinha, meia hora de carro, sol, controladores (os arrumadores à moda de Angola), e com bar!
Como a preguiça era muita, o espírito angolano começa a entranhar-se, até mesmo para tomar decisões, ficamos pela piscina...
Depois de uma manhã com formação em Segurança e Higiene no Trabalho, a falar de não conformidades e de Sistemas de Gestão de Segurança, nós bem merecíamos isso!
Calça chinelos, toalha para o ombro, e vamos lá não fazer nada!
Os nossos colegas lá do norte (Fernando da Mulemba, Luís do Estaleiro) juntaram-se a nós. E como é um condomínio fechado, com segurança 24h, apertadíssima - até revistam as malas dos carros dos funcionários - eles só precisaram de dizer que eram nossos amigos para entrar sem lá irmos.
O sol já desaparecia, e os dedos já todos enrugados.
Tínhamos combinado no dia anterior, acordar cedo para irmos para fora de Luanda (claro que só depois de avisarmos os nossos superiores, que é obrigatório, o que iríamos fazer no Domingo às 9h por telefone), e como já se está mesmo a ver, não foi nada disso que fizemos!
Acordamos às 12h, ainda ensonados, há que aproveitar o domingo para acordar mais tarde, e fomos para a praia na Ilha de Luanda, depois de "mata-bichar". Note-se que o Luís dormiu no sofá do André, logo foi menos uma viagem secante a fazer, o que calha sempre bem!
Cadeiras do Caribe, que nós como bons tugas, não vamos estar a pagar se podemos ficar na areia de graça.
"Gasolinas" no Caribe, à espera das tostas.
A tão cobiçada tosta de lagosta.
Kizomba, Kuduro e Tarrachinha - Danças e sons angolanos.
Chegou o fim-de-semana, e uma indecisão terrível confrontava-nos!
Piscina ou praia? A dúvida! O dilema! A indefinição!
Urgia optarmos... Se a piscina estava ali mesmo ao lado a um minuto a pé, com água quentinha, sol, e sem trabalho nenhum para lá chegarmos, mas não tinha bar!
Por outro lado tínhamos a praia! Água quentinha, meia hora de carro, sol, controladores (os arrumadores à moda de Angola), e com bar!
Como a preguiça era muita, o espírito angolano começa a entranhar-se, até mesmo para tomar decisões, ficamos pela piscina...
Depois de uma manhã com formação em Segurança e Higiene no Trabalho, a falar de não conformidades e de Sistemas de Gestão de Segurança, nós bem merecíamos isso!
Calça chinelos, toalha para o ombro, e vamos lá não fazer nada!
Os nossos colegas lá do norte (Fernando da Mulemba, Luís do Estaleiro) juntaram-se a nós. E como é um condomínio fechado, com segurança 24h, apertadíssima - até revistam as malas dos carros dos funcionários - eles só precisaram de dizer que eram nossos amigos para entrar sem lá irmos.
À noite fomos para o Miami e depois para o Jango. A noite aqui não é muito cara, comparando com Lisboa. Pagamos cerca de 12€ para entrar no Miami, com direito a 2 bebidas branca (mas bem servidas, não como os suminhos que dão em Portugal). O Bruno foi o condutor de serviço, por isso não bebeu, como um menino bonito. Fora isso é ver os outros a dançar, é Kizomba, Kuduro, música brasileira, e tarrachinha. Nós ainda não entramos no espírito, dançamos sozinhos, como se faz lá nas terras tugas. Se bem que amigos nossos já dominam isso, o Martinho já é o rei aqui do sítio.
Domingo
Tínhamos combinado no dia anterior, acordar cedo para irmos para fora de Luanda (claro que só depois de avisarmos os nossos superiores, que é obrigatório, o que iríamos fazer no Domingo às 9h por telefone), e como já se está mesmo a ver, não foi nada disso que fizemos!
Acordamos às 12h, ainda ensonados, há que aproveitar o domingo para acordar mais tarde, e fomos para a praia na Ilha de Luanda, depois de "mata-bichar". Note-se que o Luís dormiu no sofá do André, logo foi menos uma viagem secante a fazer, o que calha sempre bem!
Mais para o fim da tarde, era hora do tacho, e lá fomos nós comer. Enquanto estava tipo lagarto, ouvi uns cotas a pedir uma tosta de lagosta com um batido tropical, e não sei porquê, houve qualquer coisa ali que me soou extremamente aliciante! Então foi isso que pedi.
(Mas pelos vistos parece que não sou o único que ouve as conversas dos outros na praia, porque o Bruno também queria pedir o mesmo.)
(Mas pelos vistos parece que não sou o único que ouve as conversas dos outros na praia, porque o Bruno também queria pedir o mesmo.)
Meia hora depois, depois de apanharem as lagostas, cozerem, desfazerem, fazerem o pão, lá chegaram as nossas tostas. E eram mesmo boas! Se bem que com toda aquela maionese... A ver vamos como a barriga se aguenta! Quanto ao bolso, foram 2000 kwanzas, incluindo gorgeta, ou seja, cerca de 20€.
Próximo fim-de-semana tem feriado e vai ser grande, vamos sair de Luanda, conhecer a Angola verdadeira.
Glossário
"Copinho de Leite" - Brancos acabados de chegar a Angola, que ainda não apanharam sol em cima;
"Gasolinas" - Brancos acabadinhos de chegar a Angola, que não dominam nada disto por aqui;
"Mata-Bicho" - Matar a fome, tirar a barriga da miséria, comer.
Glossário
"Copinho de Leite" - Brancos acabados de chegar a Angola, que ainda não apanharam sol em cima;
"Gasolinas" - Brancos acabadinhos de chegar a Angola, que não dominam nada disto por aqui;
"Mata-Bicho" - Matar a fome, tirar a barriga da miséria, comer.
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sexta-feira, 24 de abril de 2009
Mais um pouco de Luanda!
Já aqui falei do trânsito. De como é caótico, de como um simples percurso que se faz em 10 minutos pode demorar 1h30, dos candongueiros, das faixas de circulação em constante mutação. Só que agora tenho fotos!
Fixe, não? Assim não precisam de perder tempo a ler testamentos, nem podem pensar, "tanto texto, seca!"!
Pois é, lá no fundo nunca deixamos de ser aqueles putos que preferem ler livros com desenhos e bonecos, do que uns livros grandes cheios de texto e letras miudinhas.
O ideal mesmo era se eu metesse uns vídeos de Luanda, assim já não tinham que pensar, era só encostar e sacar das pipocas. Maravilha!
Agora acompanhem-me lá, numa ida normal para o trabalho.
Numa pacata manhã, quando ainda morávamos na Mulemba, toca o despertador às 5h40, ainda de noite. Arrancamos às 6h30, já o sol brilhava!
O que nos esperava!
Nós (1), o carro preto (2), o amarelo (3), o branco (4) e o candongueiro (5 faixas num sentido).
Trânsito completamente parado, o Sr. Candogueiro tem que fazer pela vida, e então sai do seu veículo motorizado, avança pela faixa de rodagem e tenta averiguar se existe alguma brecha por onde consiga se infiltrar e empatar ainda mais o trânsito! Não duvidem de que ele é mesmo capaz!
Fixe, não? Assim não precisam de perder tempo a ler testamentos, nem podem pensar, "tanto texto, seca!"!
Pois é, lá no fundo nunca deixamos de ser aqueles putos que preferem ler livros com desenhos e bonecos, do que uns livros grandes cheios de texto e letras miudinhas.
O ideal mesmo era se eu metesse uns vídeos de Luanda, assim já não tinham que pensar, era só encostar e sacar das pipocas. Maravilha!
Agora acompanhem-me lá, numa ida normal para o trabalho.
Numa pacata manhã, quando ainda morávamos na Mulemba, toca o despertador às 5h40, ainda de noite. Arrancamos às 6h30, já o sol brilhava!
O que nos esperava!Numa rua onde normalmente deveriam circular 2 veículos para cada lado, são bem visíveis 5 faixas numa direcção, e havia só uma na outra. Como é que se consegue? Fácil! Desde passeio a rasantes entre os carros, vale tudo!
Nós (1), o carro preto (2), o amarelo (3), o branco (4) e o candongueiro (5 faixas num sentido).Trânsito completamente parado, o Sr. Candogueiro tem que fazer pela vida, e então sai do seu veículo motorizado, avança pela faixa de rodagem e tenta averiguar se existe alguma brecha por onde consiga se infiltrar e empatar ainda mais o trânsito! Não duvidem de que ele é mesmo capaz!
Também vê-se muita polícia pelas ruas, há zonas onde até se vê mais do que em Portugal. Tentam à sua maneira, controlar e disciplinar o incontrolável e o indisciplinável. Não têm tarefa fácil.
Mas para que não pensem que a ostentação demonstrada na mensagem de ontem é regra por terras de N'Gola, aqui umas fotos das encostas que ladeiam a estrada até ao centro de Luanda. Quando há chuvas violentas, há derrocadas e morrem pessoas soterradas, pessoas que habitam nos musseques construídos lá no alto, no cimo destes morros de entulho e lixo. Num espaço qualquer onde consigam erguer uma barraca.

Musseques na Boavista.
Torre Atlântico.
Edifício sede da Sonagol - Sociedade Nacional de Petróleos de Angola.
Ao fundo, vista da marginal, a Ilha (que não é ilha, mas sim uma península) de Luanda.
Um corta caminho porreiro para fugir ao trânsito.
Mas para que não pensem que a ostentação demonstrada na mensagem de ontem é regra por terras de N'Gola, aqui umas fotos das encostas que ladeiam a estrada até ao centro de Luanda. Quando há chuvas violentas, há derrocadas e morrem pessoas soterradas, pessoas que habitam nos musseques construídos lá no alto, no cimo destes morros de entulho e lixo. Num espaço qualquer onde consigam erguer uma barraca.

Musseques na Boavista.A marginal, já na zona antiga de Luanda, tem um traço muito colonial, talvez a única zona de Luanda que se possa dizer que ainda tem uma identidade, todas as outras zonas estão um pouco descaracterizadas fruto da urbanização pouco orientada.
Na marginal, destacam-se desde logo alguma da muita construção moderna que por lá se ergue, desde a sede da Sonangol (empresa dos petróleos cá do burgo), à Torre Atlântico, e dentro em breve a Torre Ambiente, o Hotel Sana, os edifícios da Total, o Kinaxixi, e... e... Ok, pronto eu paro. (eu visto a camisola)
Na marginal, destacam-se desde logo alguma da muita construção moderna que por lá se ergue, desde a sede da Sonangol (empresa dos petróleos cá do burgo), à Torre Atlântico, e dentro em breve a Torre Ambiente, o Hotel Sana, os edifícios da Total, o Kinaxixi, e... e... Ok, pronto eu paro. (eu visto a camisola)
Torre Atlântico.
Edifício sede da Sonagol - Sociedade Nacional de Petróleos de Angola.
Ao fundo, vista da marginal, a Ilha (que não é ilha, mas sim uma península) de Luanda.
Um corta caminho porreiro para fugir ao trânsito.Depois de mais umas estradas asfaltadas, e sem buracos, mais atalho menos atalho, lá chegamos ao destino. Eram 9h, e isso tudo graças ao Carlos, sem ele apontávamos lá para as 10h.
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